Agora que você já está convencido de que ripar CDs é legal (em ambos os sentidos da palavra), vejamos como fazê-lo. O primeiro passo é baixar um programa para isso. Escolhemos o FreeRip, da MGShareware (que você pode baixar no baixaki ou superdownloads)http://superdownloads.uol.com.br/download/121/freerip-mp3/, por ser totalmente funcional e gratuito. Ele até pede para ser registrado, mas o processo é grátis e opcional. E o melhor de tudo: tem versão em português.
A tela principal do FreeRip é extremamente simples: uma tabela onde serão listadas as músicas e suas características, alguns campos de texto no rodapé e uma barra de ferramentas no topo (Figura 1). Assumindo que você já tenha inserido o disco a ser ripado no drive (a propósito: é drive mesmo, sem o “R” no final. Driver é outra coisa, um programa que controla algum dispositivo de hardware, mas até quem trabalha na área faz confusão), vamos começar por clicar no primeiro botão dessa barra para “Atualizar o conteúdo do CD”. Se você tiver mais de uma unidade, logo veremos como selecionar.

A configuração-padrão do FreeRip identifica e busca automaticamente nome, autor, data e lista de músicas do CD no serviço freedb.org, um banco de dados que contém informações sobre o conteúdo de praticamente todo CD já lançado. Como alguns discos foram catalogados em mais de uma categoria do freedb (quatro, neste nosso exemplo), pode ser preciso escolher a mais adequada (Figura 2).
Agora a tela principal do programa deve estar exibindo a lista de músicas do CD e a duração de cada uma, no tabelão central, bem como o nome do Álbum, Artista, Gênero Musical, Ano e duração total do disco, no rodapé (Figura 3). Você pode editar as informações que desejar ou acrescentar comentários adicionais.
Opções para todos os gostos
Antes de mandar o programa converter as músicas, vamos dar uma olhada em suas principais opções
de configuração. Basta clicar no segundo botão da barra para abrir a janela de Opções. Na aba Geral (Figura 4), podemos escolher o padrão de codificação (MP3, Ogg Vorbis ou Wav) e ativar ou desativar o controle automático de volume e o som que avisa quando o processo foi concluído, além de selecionar o idioma e cancelar a exibição de janelas solicitando o registro.
Na aba seguinte, Pastas e Arquivos (Figura 5), definimos o destino dos MP3 gerados pelo programa (geralmente sua pasta Minhas Músicas) e o padrão de nomenclatura. É possível determinar a criação automática de subpastas com o nome do artista, título do CD ou ambos e gerar arquivos com o número da faixa, o nome do artista ou ambos como prefixo. Marcando a opção Definições Avançadas, podemos montar a estrutura de identificação que quisermos, guiando-nos pelos sinais exibidos inicialmente e o exemplo mostrado logo abaixo.
A próxima aba, Dispositivo (Figura 6), é onde escolhemos de qual unidade de disco vamos converter quando o computador
possui mais de uma. Se você tem um drive de CD-ROM mais antigo e um gravador de CDs, DVD player ou combo-drive recém adquirido, dê preferência ao mais novo, pois a velocidade de leitura influi no tempo de conversão do disco.
A quarta aba, última que nos interessa para os objetivos deste tutorial, é a Encoder (Figura 7). Aqui definimos as características técnicas dos arquivos de áudio a serem gerados. O popular MP3, por exemplo, pode ser gravado com taxas de amostragem (bitrate) que variam de 16 a 320, sendo que a mais comum é 128. Quanto maior a taxa, mais qualidade, só que o arquivo também fica maior.
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